Sinto que é um percurso, que há um todo maior em mim, apesar da multiplicidade de ser. Não sei aonde vou, mas estou indo.
Estou lendo Bourdieu, sobre museus, Canclini, sobre culturas, e artigos sobre políticas culturais, sobre fotografia, sobre arte contemporânea. Criei uma lista de textos que li e quero ter uma banco de dados de citações para referências, para releituras. Estou atrás da minha pinhole, criei um portfólio virtual, tenho um projeto (o pensar) do visual (pode chamar assim?) que tenho feito. Agora só quero continuar pondo em prática. É uma experiência interessante, porque dá prazer e cria sentidos para mim. Uma teia de sentidos, e tento resolver, quase que simbolicamente, um conflito que é bem maior, mas que sinceramente me parece mais palpável. Depois quero trabalhar melhor isso, tentar por em palavras, mas finquei meu corpo na encruzilhada da arte e da política. Não que seja um trabalho político, missionário, mas é pela política que pulsa, é por minha curiosidade; é mais para resolver isso pessoalmente, que para os outros. Se funcionar para os outros, ótimo, se não, paciência.
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